Estilos da Música Eletrônica

A paz de Cristo Ressuscitado!

2015.05.19 youway

No programa desta terça, conversamos sobre nosso instrumento de Evangelização: a Música:

“Deus chamou vocês para que sejam pregadores, para que sejam catequistas; vocês têm que repercutir a doutrina da Igreja” (Padre Zezinho aos músicos)

 

Ao pregar para Músicos, afirmou que “De nós a Igreja pede mais”, e ainda Padre Zezinho destacou: “Nós vivemos no tempo da academia, as pessoas se exercitam para ficar mais bonitas. Por isso cabe a pergunta: ‘Por que e para quê?’ No Cristianismo não há moleza; sem aprendizado constante não há vencedor, o treinador não convoca quem está fora do time.’

Programa YOUWAY - Agitando a sua noite

 

Conheça agora um pouco mais sobre a origem de alguns dos estilos da Música Eletrônica e encontre a sua “tribo” pra curtir um som! 

No nosso trabalho de evangelização, o DJ tem como ferramentas de trabalho a MÚSICA, em todos os seus ritmos e estilos. E cada um tem seu estilo que é definido pelo tipo de música que toca. Vamos nos concentrar na Música Eletrônica e sua enorme variedade de estilos, falar um pouco da origem e da forma como identificar cada um.

A música hoje tem um grande poder sobre as pessoas, e como dizia Santo Agostinho, quando utilizada para se falar com Deus, nós rezamos duas vezes! Cada estilo forma as “tribos” ou seja um grupo de pessoas que curtem um determinado estilo e compartilham o mesmo gosto musical.

Dj at the concert, laser show and music
A música eletrônica tem vários estilos: Dance, House, Trance…

As músicas seguem uma linha própria, que é particular de cada estilo.

Vamos então as principais:

House tem em média 128 BPMs, com vocais e melodia, na maioria inspirados nas músicas disco dos anos 70.

Techno e o Hard House são variações do House, usando sua base encorpada e com timbres mais realçados e uma média de 136 BPMs.

2015.03.17 youway 3

 

Dance tradicional tem como característica teclados mercantes, presença constante de vocal e uma melodia mais harmoniosa, com o BPM mais variado de todas: 125 até 140 BPMs.

Dependendo da época, como por exemplo em 1992/1993 seguem entre 125 a 130 BPMs, em 1995 até começo de 1997 a média variava entre 136 a 140 BPMS. Hoje a Dance varia entre 130 a 135 BPMS.

Ouça agora o estilo DANCE:

Trance está para a Dance assim como o Techno para o House.

dj-turntable
Época dos famosos Toca Discos: as Pickups!

Surgiu na mesma linha, usando teclados melodiosos. Alguns chamam o Trance de continuação do que era chamado de ltalo Dance. Tem na média 136 BPM.

 O Trance é uma música que saiu do segmento Techno alemão no início dos anos 90. É muito parecido com o Acid House, mais rápido que a House, e mais suave que o Techno mas pode fazer você dançar. O Trance é uma espécie de Ambient em torno de 140bpm.

O estilo enfatiza linhas de sintetizador repetidas ao longo da batida, com mudanças rítmicas mínimas. Esses elementos geram um tipo de som que põe os ouvintes em um transe (isso é o fator vigente para a música Trance). Apesar de minguar durante o meio dos anos noventa, o Trance fez um retorno imenso no final da década e hoje – muitas vezes – caiu no popular e se tornou um dos principais estilos eletrônicos, até mesmo como dancemusic ao redor do mundo.

Techno teve suas raizes no House Eletrônico feito em Detroit no meio dos anos 80, por isso ele foi inicialmente difundido com o nome Techno-House.

House ainda tinha conexão explícita com a Disco e era completamente eletrônica. Mas o Techno era uma música extremamente mecânica, projetada para uma audiência pequena, específica. Os primeiros produtores de Techno – Kevin Saunderson, Juan Atkins e Derrick May entre outros – realçaram as batidas eletrônicas, sintetizadas de artistas de Electro-Funk como Afrika Bambaataa “Planet Rock”, unidades de Synth-Pop como Kraftwerk “Neon Lights” e deixaram de usar “handclap” (palmas) nas batidas que era característica da House music. Nos Estados Unidos o Techno era underground, mas na Inglaterra, caiu no popular na metade dos anos 80. No início dos anos 90, o Techno começou a fragmentar em vários subcategorias, inclusive HardcoreJungle, etc.

Todas as subcategorias do Techno foram projetadas para ser tocadas em clubes onde elas seriam mixadas por DJs inicialmente. Por causa disso, a maioria das músicas estavam disponíveis em discos de 12″ ou compilações de vários-artistas onde as músicas poderiam tocar por muito tempo e poderiam proporcionar para o DJ muito material para mixar na seqüencia dele. O TechnoTechno já estava ficando mainstream (no popular) mas ainda não tinha uma identidade definitiva. Mas, não surpreendentemente, no meio dos anos 90, apareceram vários artistas que empurraram o estilo e deram uma cara para o estilo.

Aqui no Brasil, o Techno já tinha chegado no início dos anos 90, mas foi difundido apenas como Dance Music. Mas no final da década, o termo “Techno” chegou pra valer, causando uma mudança radical no cenário da música eletrônica no Brasil. Por ser um nome facilmente associado ao futurismo e a robótica, as pessoas passaram a assimilar todas as músicas que possuem recursos eletrônicos e futuristas a ele.

Ainda temos o Drum’n Bass.

Este estilo começou a criar seu público ao sair dos guetos para as rádios e casas noturnas.

Drum’n Bass se destaca por ter de todos os estilos o BPM mais acelerado, a partir de 150, e como o próprio nome diz, é uma mixagem de batidas e sons de baixo. Algumas músicas têm vocais, porém não há regras neste estilo, basta ter um BPM acelerado para as pessoas começarem a dançar.

 House:

Todo mundo sabe que nos anos 70 a Disco Music estava no seu auge. E com o tempo se deformou em vários sub-gêneros.

Dessa deformação surgiu a House que é o segmento da cultura Disco do início dos anos 80 em Chicago. O seu maior colaborador foi Frankie Knuckles que é considerado o criador da House.

Depois que a Disco se tornou popular, alguns DJs populares – particularmente esses em comunidades homossexuais – alteraram a música para ficar menos pop. A batida ficou mais mecânica e os graves ficaram mais fundos, enquanto elementos eletrônicos, Latin SoulDub ReggaeRapJazz que foram colocados em cima daquela nova batida 4/4 “insistente”.

O nome “House” não tem origem certa, a “lenda” mais utilizada é que o termo vem de uma discoteca chamada “Warehouse”, onde se tocava exclusivamente este estilo, em festas feitas em galpões abandonados (warehouse = galpão).

Geralmente, a música House era puramente instrumental e quando havia os vocais, eram de mulheres que freqüentemente cantavam melodias sem palavras chamadas wordless. A evolução da House Music faziam os ritmos ficarem mais frenéticos, repetitivos e alucinantes. Seu logotipo é a famosa carinha do Smiley inventado por DJ Pierre como tema do “Acid Tracks”.

smile dj

No final dos anos 80, o House tinha fugido de clubes underground em cidades como Chicago, Nova Iorque, e Londres, e tinha começado sair pra mídia particularmente na Inglaterra e Europa e em toda a parte depois debaixo das asas de de artistas como C+C Music Factory e Madonna. Ao mesmo tempo, a House que estava quebrando no quadro pop, também estava se dividindo em vários sub-gêneros como, Hip-HouseAmbient House e o mais significativo, o Acid House.

Durante os anos 90, o House deixou de ser a música dance de maior sucesso, contudo permaneceu popular em clubes ao longo da Europa e América. Mas nesse novo milênio, uma nova onda de artistas de House Progressivo voltam a aperecer. Isso inclui Daft Punk, Basement Jaxx e 808 State que voltaram a moda House com trabalhos merecedores de divulgação.

Estes são os principais dentre tantos outros que surgem a cada dia!

E feita essa introdução ao mundo dos estilos da música eletrônica, já é possível de você buscar a sua “tribo” e curtir muito a espiritualidade católica ao som do pancadão de Deus!

frase-do-papa

Um ótimo documento para reflexão sobre nosso trabalho evangelizador é ler a Carta dedicadas aos artistas, escrita por São João Paulo II, faça o download clicando na imagem abaixo:

CartaDoPapaAosArtistas

 

Deus te abençoe! Paz e Alegria sempre!

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Catequista e Contabilista - Blogueiro

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